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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Um Grito na Noite


Título: Um Grito na Noite
Autor(es): Higgins Clark, Mary
Pág.: 340
Editora: Livros do Brasil
Colecção: Vida e Aventura
Número: 64
Ano: 1982




A Minha Opinião:

Confesso que cheguei a um ponto de ter ficado irritada com a personagem principal devido às suas fraquezas e medo… Estive para desistir o livro até que ela se revolveu reagir e, a partir daí, não tenho parado de ler, numa ânsia desenfreada de saber o desfecho!

O facto de ter ficado irritada com a Jenny, foi pelo facto de ter lido a sinopse do livro (tem uma frase bem sublinhada que revela o conteúdo de toda a história) e assim ter ficado a saber... Se não tivesse lido, teria levado mais tempo a perceber e teria ficado mais rendida ao desenrolar da história… o suspense seria mais apetecível e a Jenny mais suportável e compreendida!

Felizmente, a sinopse não estragou tudo, só no único senão que foi de saber quem era o mau ou a má da fita. Apesar da revelação, houve pequenas surpresas. E não faltou doses de terror que a MHC tão bem sabe descrever!

Assim, peço que, quem tiver este livro ou se pedir a alguém emprestado, não leiam a sinopse!

Este não é definitivamente um dos melhores da MHC nem é um dos piores. Mas gostei, é uma história bem contada e surpreendente, com suspense garantido de alto nível.

Classificação: 3/5 (teria dado um 4 se não fosse a sinopse)


Sinopse (criada por mim):

Deixem-vos entrar neste mistério sem expectativas. Conheçam simplesmente a Jenny MacPortland, uma linda mulher de olhos verdes e cabelos negros, divorciada e mãe de duas filhas pequenitas. Ela trabalha numa galeria de Artes. E conheçam o Erich Krueger, um homem loiro e de olhos azuis, que é um famoso Artista, pintor de quadros encantadores, cheios de sensibilidade e ternura. Acompanhem estas personagens até à Mansão... lá irão acontecer coisas inimagináveis, sobretudo para a Jenny, o que ela irá sofrer... haverá momentos de terror e suspense... Será sobrenatural? Paranóia psicologica? Sonambulismo? Ou outra coisa? A revelação final é... chocante!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Lar Doce Lar



A Minha Opinião:

Deixa-me vos dizer que os livros da Mary Higgins Clark são como uma droga! Eu normalmente leio à volta de 30 páginas por dia mas, com este livro, não foi o que me aconteceu. Anteontem, devorei 100 páginas, numa ânsia desenfreada de saber como a história ia acabar! Até consegui afastar o sono que se apoderara de mim e li até às 00.30, o que não é costume.

Bem, o que dizer deste livro? É uma história diferente, até um pouco vulgar. O marido oferece uma casa como presente de aniversário, de surpresa, à sua mulher, que por acaso é uma casa, onde a mulher, quando tinha 10 anos, tinha matado acidentalmente a mãe e depois tentado matar o padrasto. O marido não sabe quem ela é verdadeiramente, está sob o nome falso.
Não é uma história de cortar o fôlego como os anteriores que li desta autora (sem contar com o livro "Gosta de Música, Gosta de Dançar"). Mas é um bom policial. Há crimes e vários suspeitos. O surgir de novas pistas, ao longo do enredo, é interessante. E por fim, a descoberta e a captura do(s) criminoso(s). Devo dizer que achei o final um pouco inesperado. Também foi porque eu não tinha reparado num pormenor importantíssimo, o qual me teria feito tirar imediatamente a mascara do verdadeiro mau da fita! Só fiquei desconfiada de quem seria, já quase no fim do livro, mas dizia para mim própria que não podia ser...

E, adorei o final, a forma como acabou. Até fiquei comovida.

Classificação: 4/5 (Bom!)

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Gosta de Música, Gosta de Dançar



Sinopse:
Erin Kelley e Darcy Scott, grandes amigas desde o tempo da Faculdade, fixaram-se em Nova Iorque em busca de uma carreira profissional de sucesso. Erin começa a distinguir-se como desenhadora de jóias, e Darcy enceta uma promissora carreira de decoradora de interiores.
Por brincadeira, as duas jovens combinam ajudar uma outra amiga nas pesquisas para um documentário acerca do tipo de pessoas que colocam e respondem a anúncios pessoais. Ao princípio, tudo parecia divertido e inofensivo.
Até que, em dia, Erin desaparece. Pouco tempo depois, o seu corpo é encontrado numa doca abandonada de Manhattan. Num dos pés calça o seu próprio sapato; no outro, um sapato de baile.
Darcy sente-se culpada pela morte de Erin e decide descobrir o assassino. O que ela não sabe é que ele já decidiu quem será a próxima vítima...


A Minha Opinião:
Não gostei muito, uma desilusão! Primeiro, não gostei das personagens principais. A amizade delas, achei superficial. Segundo, tratou-se de um policial bastante vulgar e previsível. Ou seja, adivinhei facilmente o assassino. Faltou algo a que me prendesse à história, o tal ritmo empolgante dos livros anteriores da autora ("O luar fica-te bem", "A Clínica do Terror" e "Onde estão as Crianças?"). Foi uma leitura arrasada mas, apesar de tudo, a história está bem estruturada como é típico da Mary Higgins Clark.

Classificação: 2/5 (lê-se)